Terapia ortomolecular e radicais livres: saiba como ela pode combatê-los

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Os alimentos de uma terapia ortomolecular

A terapia ortomolecular ganhou notoriedade nas últimas décadas por buscar o equilíbrio celular. A técnica reduz o processo oxidativo das células do organismo.

O processo de degeneração celular provoca uma série de problemas, podendo ser desencadeado por doenças, maus hábitos alimentares e estilo de vida desregrado.

Em função disso, este tipo de recurso terapêutico trata o problema de saúde de forma holística. Ou seja, analisando-o a partir do todo. Observando desde as micromoléculas, órgãos e as condições gerais de saúde do paciente.

O modo como vivemos hoje, principalmente nas grandes cidades, tem causado o envelhecimento e doenças cada vez mais rápido.

A medicina ortomolecular surge como forma de ajudar o ser humano a enfrentar este processo degenerativo, que surge do estilo de vida moderno. A técnica utiliza substâncias em falta no organismo para que ele funcione corretamente, prevenindo e tratando diversos tipos de doenças.

A procura por este procedimento terapêutico cresceu muito entre os pacientes. São indivíduos que desejam retardar o envelhecimento e chegar à terceira idade com saúde e bem-estar. 

Neste post, iremos abordar como a terapia ortomolecular pode auxiliar na desaceleração do processo de envelhecimento.

Abordagens da terapia ortomolecular

Alimentos antioxidantes

Os radicais livres são átomos instáveis que podem provocar doenças degenerativas. Quanto maior a quantidade de radicais livres no organismo, mais rápido será o processo de envelhecimento.

Para contê-lo, o médico especialista orienta sobre os meios de ingestão de alimentos antioxidantes, como o betacaroteno, as vitaminas C e E e o selênio. 

As substâncias podem ser encontradas na laranja, cenoura, morango, espinafre e na couve. Essas opções podem retardar o processo, neutralizando a ação dos radicais livres. 

Suplementos

A medicina ortomolecular busca corrigir deficiências nutricionais no organismo que gerem a degeneração celular. Neste sentido, o médico orienta a administração de suplementos para suprir as carências de nutrientes. 

A suplementação geralmente é feita com vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos graxos e demais substâncias com ação antioxidante. No entanto, deve-se observar o paciente de forma individualizada, para que o tratamento seja totalmente personalizado para cada tipo de organismo.

Mudança no estilo de vida

O médico ortomolecular também analisa os hábitos e rotinas de vida do paciente. Pode-se mudar a alimentação e indicar suplementos. No entanto, a falta de cuidado com hábitos nocivos à saúde prejudicam o resultado esperado.

Fatores externos, como estresse em função do trabalho, poluição, tabagismo, sedentarismo e falta de sono também podem desencadear o envelhecimento das células. Por isso, falamos que a medicina ortomolecular analisa o paciente como um todo, dando suporte para que o tratamento seja realizado de forma integral.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como fisiologista hormonal e dermatologista em São Paulo.

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Postado por Dr. Daniel Stellin | CRM: 111.635

Dr. Daniel Stellin é um dermatologista graduado pela Faculdade de Medicina do ABC-São Paulo e pós-graduado em Fisiologia Hormonal Aplicada. Detém os títulos de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialista em Infectologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual e Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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