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Medicina Integrativa

pílulas e folhas sobre a mesa - medicina Integrativa

A medicina integrativa propõe uma parceria entre o médico e seu paciente, que é tratado de maneira integral e individualizada

 

A chamada medicina integrativa é uma prática que propõe uma abordagem completa dos pacientes, considerando todos os aspectos que influenciam na saúde do indivíduo. A prática terapêutica desta metodologia visualiza o paciente de maneira integral e completa, enxergando a pessoa além de sua doença ou insatisfação estética: é levado em consideração o contexto fisiopatológico dos problemas apresentados.

Para a medicina integrativa, a saúde do indivíduo é resultado de uma combinação de aspectos físicos, mentais e emocionais, integralizando os cuidados clínicos e medicamentosos propostos. Para isso, a especialidade sugere que seja estabelecida uma relação de parceria entre médico e paciente, colocando o indivíduo como protagonista de seu processo de cura e manutenção da saúde e bem-estar.

O que é medicina integrativa?

Trata-se de uma modalidade médica que avalia os aspectos clínicos, medicamentosos e emocionais do paciente, bem como todos os demais fatores que podem influenciar nas condições de saúde de uma pessoa. O objetivo é fazer um levantamento de todas as questões que interferem no desequilíbrio do organismo, seja no âmbito físico ou emocional, causando alterações e problemas de saúde.

A medicina integrativa entende que problemas mentais e emocionais interferem diretamente no aspecto físico, ao mesmo tempo em que as alterações físicas podem causar complicações psicológicas. Nesse sentido, a metodologia propõe justamente integrar todos os pontos do indivíduo ao lidar com um problema de saúde ou alteração física que cause incômodo ao paciente.

Para solucionar as questões apresentadas pelo paciente, a medicina integrativa pode reunir a atuação de diferentes áreas médicas e aplicação de terapias complementares para cuidar do paciente conforme suas necessidades específicas.

Medicina integrativa: como funciona?

Os tratamentos realizados por meio da medicina integrativa podem ser feitos tanto por meio do uso de medicamentos e procedimentos tradicionais (como fármacos e cirurgias), como por métodos complementares — como fitoterápicos, acompanhamento psicológico e terapia ortomolecular. A adoção de uma dieta adequada, seguindo orientação médica especializada, também é aconselhada.

Outro aspecto essencial da medicina integrativa é o relacionamento entre o médico e seu paciente, uma vez que as decisões em relação ao tratamento são tomadas em conjunto entre eles. Dessa forma, o paciente assume uma posição ativa em seu processo de terapêutico, deixando de apenas receber o tratamento de forma passiva e passando a atuar ativamente para obtenção da melhora de sua condição de saúde.

Princípios da medicina integrativa

A abordagem terapêutica da medicina integrativa se baseia nos seguintes princípios:

  • Paciente e médico engajados no tratamento, em parceria;
  • Saúde é vista como um resultado de diversos fatores: estado físico, mental, emocional e social;
  • As opiniões e preferências do paciente devem ser levadas em consideração para uma abordagem mais assertiva;
  • Uso apropriado de terapias baseado na medicina tradicional;
  • Estratégias de tratamento sempre individualizadas de acordo com as necessidades do paciente e seu estilo de vida;
  • Sempre que possível, deve-se utilizar métodos terapêuticos naturais.

Por outro lado, a medicina integrativa não diz respeito a utilização de terapias complementares com o intuito exclusivo de manejar sintomas, ao uso de terapias complementares em detrimento de outras, ou uma simples seleção de métodos terapêuticos agrupados. Trata-se de uma metodologia que visa cuidar do paciente de maneira completa, integral e personalizada.

Quais as vantagens dessa abordagem?

Independentemente do quadro apresentado pelo paciente, o objetivo da medicina integrativa é sempre o de trazer melhorias físicas e qualidade de vida aos indivíduos. Para que isso seja possível, é necessário que o médico e seu paciente conversem abertamente e francamente, alinhando as possibilidades com as crenças e filosofia de vida do indivíduo.

Uma das principais vantagens desta abordagem está justamente na participação ativa do paciente e respeito às suas vontades e princípios. Isso faz com que a pessoa entenda que ela também é responsável por sua própria saúde, gerando interesse em seu processo terapêutico: dessa forma, o paciente participa do tratamento e segue as recomendações médicas por vontade própria — sem necessariamente o médico insistir ou pedir para que ele o faça.

Outro benefício oferecido pela medicina integrativa que merece ser destacado é a promoção da qualidade de vida. Isso porque o paciente é cuidado de maneira integral, gerenciando suas emoções da mesma forma que é realizado o controle de sintomas físicos. O indivíduo também se torna capaz de entender e lidar melhor com sua patologia ou alteração, sentindo-se mais seguro para realizar o tratamento indicado.

Medicina integrativa e dermatologia

No âmbito da dermatologia, a medicina integrativa atua de maneira semelhante a qualquer outra área médica: com um olhar que considera o paciente como um todo, considerando não somente os fatores físicos, mas os emocionais e psíquicos que interferem diretamente na saúde da pele. O foco do tratamento é sempre o paciente e todos os fatores que dizem respeito seu bem-estar, e não apenas uma doença ou incômodo de pele.

Esta abordagem terapêutica considera não apenas que algumas doenças de pele são desencadeadas por fatores emocionais ou são agravadas por eles, mas que o estado geral do corpo influencia diretamente no aspecto da pele. Isso significa que, quando a saúde cutânea é avaliada pelo olhar da medicina integrativa, devem ser levados em conta fatores como nutrição, alterações hormonais, estilo de vida e fatores psicológicos do indivíduo.

O tratamento oferecido pelo dermatologista também deve abranger todos esses aspectos, cabendo ao especialista entender que as condições individuais de cada paciente influenciam diretamente em sua saúde e na resposta ao tratamento. Nesse sentido, o médico deverá compreender as particularidades e necessidades do indivíduo, aliando técnicas de medicina tradicional a metodologias complementares.

Alguns dos tratamentos que podem ser recomendados para melhoria da saúde da pele e do organismo como um todo incluem não apenas recursos dermatológicos, mas terapias de reposição hormonal, planejamento nutricional, suplementação vitamínica e diversas outras abordagens. Todos os métodos indicados pelo profissional devem ser sempre baseados na ciência e com comprovação de eficácia.

As técnicas indicadas e aplicadas na medicina integrativa visam sempre promover qualidade de vida e bem-estar ao paciente, independentemente de suas queixas ou condições clínicas. Para entender como este tipo de abordagem pode ser relevante para sua saúde física e mental, entre em contato e agende uma consulta com o Dr. Daniel Stellin.

 

Fontes:

Instituto Oncoguia;

iClinic;

CEEN Centro de Estudos.

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