Tudo Sobre os Implantes Hormonais

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implantes hormonais

Os implantes hormonais têm se consolidado como uma das melhores alternativas para a realização de modulação hormonal. Trata-se de uma solução moderna, que traz segurança e comodidade para quem recorre ao tratamento. Não é à toa que, em pouco tempo, eles se tornaram queridinhos de muitas mulheres.

Tais implantes são úteis para diversas finalidades, mas como sua aplicação é relativamente nova, o uso, funcionamento e ação desse método de reposição ainda são cercados de dúvidas. Pensando em esclarecer as principais questões sobre o tema, vou compartilhar com você as informações mais importantes acerca dos implantes hormonais. Vem comigo!

Como funcionam os implantes hormonais?

Esse tipo de reposição hormonal é implantado no tecido subcutâneo por meio de uma cânula. O processo é simples, confortável e conveniente, pois libera gradualmente, uniformemente e prolongadamente a substância desejada para fazer a modulação dos hormônios.

Quais hormônios podem ser implantados?

Diversos hormônios podem ser implantados, entre eles, testosterona, estradiol, tadafila, pregnenolona, progesterona, hidrocortisona, GH, melatonina, gestrinona, DHEA, estrógeno, NADH, etc.

Toda mulher pode implantar hormônios?

Sim, desde que haja a prévia avaliação e recomendação médica para aumentar a segurança do processo. De modo geral, a modulação hormonal através de implantes subcutâneos ou géis transdérmicos permitem uma reposição segura de hormônios, sem trazer grandes riscos ou efeitos adversos para a paciente.

Por que os implantes são mais seguros do que o tratamento oral?

Medicamentos orais são metabolizados pelo fígado e apresentam maiores chances de efeitos colaterais e complicações, sobretudo, em pacientes com diabetes, doenças hepáticas e histórico de câncer de mama. Mesmo sendo mais seguro, o tratamento transdérmico deve ser conduzido por um bom fisiologista hormonal, que irá prescrever as substâncias adequadas e individualizar as doses para otimizar os resultados e minimizar eventuais riscos.

Os implantes oferecem boa absorção?

Em termos de absorção das substâncias, os implantes hormonais se configuram como as melhores alternativas. Por conta da forma de aplicação e biodisponibilidade, eles são facilmente absorvidos em comparação com outras vias de reposição. Para completar, a liberação dos hormônios é lenta e a duração dos efeitos positivos é prolongada.

Eles precisam ser extraídos depois de um tempo?

Não. Os implantes hormonais são realizados com hormônios bioidênticos, ou seja, exatamente iguais aos hormônios produzidos pelo organismo humano. Por isso, são dispositivos absorvíveis, que não precisam ser removidos com o passar do tempo.

Quais são os principais benefícios dessa modalidade terapêutica?

Além de práticos e seguros, os implantes reduzem as possibilidades de contaminação em relação à forma tópica, não há problemas em relação ao mau armazenamento e perda de eficácia, não existem problemas no que diz respeito à aplicação errada pela própria paciente e as chances de rejeição são praticamente nulas, por causa da biodisponibilidade.

Como se não bastasse, os implantes hormonais podem beneficiar a estética, a libido, disposição, qualidade do sono, autoestima, construção muscular e saúde de modo geral. Só para ter ideia, essa modalidade terapêutica é tão poderosa que pode amenizar significativamente os sintomas indesejados da TPM e menopausa, além de tratar doenças como a Endometriose por exemplo.

Quer saber mais sobre implantes hormonais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como fisiologista hormonal e dermatologista em São Paulo.

Postado por Dr. Daniel Stellin | CRM: 111.635

Dr. Daniel Stellin é um dermatologista graduado pela Faculdade de Medicina do ABC-São Paulo e pós-graduado em Fisiologia Hormonal Aplicada. Detém os títulos de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialista em Infectologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual e Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.